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  • Vera Lúcia Bueno

Ansiedade e Ciúme

O que mais gosto de fazer após terminar a leitura de um livro é escrever algumas palavras sobre o que mais me chamou a atenção na leitura, o que aprendi e como posso usar este conhecimento, seja no consultório ou em minha vida. Desta vez resolvi compartilhar essas palavras com vocês.


“Ansiedade 3 - Ciúme O medo da perda acelera a perda” Augusto Cury.


O ciúme desmedido talvez seja um dos grandes vilões dos relacionamentos. Quando ele se instala os parceiros passam a ter medo, insegurança, necessidade de controle, cobram em demasia, não há respeito, não há individualidade, não há liberdade de expressão e também não há a percepção de que se está entrando num relacionamento abusivo, onde a liberdade de ser você mesmo está comprometida.


Neste livro há um olhar que me pareceu muito positivo, pois apresenta sugestões de como NÃO se deixar levar pelas águas turbulentas do ciúme, são os hábitos das pessoas saudáveis:


Ter um romance com sua própria história, antes de ter com outra pessoa, mostra como é fundamental a autoestima e também como a baixa autoestima esmaga a autonomia.


Ser transparente na relação. Falar sem medo. Não se omitir. Se o medo aparece a relação pode estar doente.


Expor suas ideias, nunca as impor. Direitos desiguais asfixiam o amor! Ser generoso ao falar é essencial, isso pode fazer toda a diferença de como seu parceiro escutará suas ideias.

Preocupar-se com quem você ama, com seu bem estar. Elogiar. Há quem só tenha olhos para ver os erros e palavras para culpar. Isso desestabiliza o amor.


Evitar se achar culpado por tudo, isso o fará um carrasco de si mesmo. A culpa branda é fundamental pois nos leva a ter consciência e crítica e a mudar nossas atitudes, porém a culpa intensa gera a autodestruição.


Ter capacidade de se reciclar, repensar sua própria história, conversar consigo mesmo e se descobrir. Autoconhecimento é fundamental.


Promover o diálogo com o outro. Conversar é falar sobre o trivial e dialogar é falar sobre o essencial. Saiba ouvir, aprenda a perguntar e abandone a necessidade neurótica de ser perfeito e também de querer mudar o outro.

Com essas sugestões será muito mais incrível viver um grande amor e aprender a respeitar seu parceiro.


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